A lua que espreita timidamente
Gaivotas solitárias que voam
No ar a saudade
A vontade de sonhar
Deslumbra-se no horizonte
A luz da cidade
O som da vida
Cheira-se no ar o aroma a alegria
A noite envolveu a tristeza
Solidaria abraça a ausência
Deita-se sobre o regaço e descansa
Estica a mão e toca no rosto
Sentimento contido aparece
Os olhos verbalizam
O coração toca ao ritmo do tambor
A noite "esconde" o cenário
E com o seu brilho suga o sofrimento
Dá esperança...
Noite... amiga e companheira
de momentos luminosos...
E que saudades que eu tenho daquelas noites de conversa a enganar a saudade... contigo.
ResponderEliminarSaudades amigo...
ResponderEliminarás vezes somos nós que a alimentamos, lhe damos aso para crescer a cad
a dia mais e mais. Que tal enganarmos a saudade? beijinhos